Quando as palavras extraídas do mais profundo da alma, são desprezadas e rasgadas por um bisturi cego...
Morrer não dói. - Ela disse, enquanto olhava as estrelas.
domingo, 13 de abril de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Atmosphere*** Joy Division
Caminhe em silêncio
Não vá embora, em silêncio
ver o perigo
sempre perigo
Interminável conversa
Reconstrução Vida
Não vá embora ...
Brisas***
"Andando pelas sombras
sentindo-se segura
buscando equilíbrio
entrando em contato consigo, com o eu interior
sentindo-se infinita
descobrindo-se
sendo eu mesma
transmutando
conectando com o espirito
mergulhando num oceano sem fim
um oceano interno
no EU."
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Balada para uma alma solitária*** balada para alguém...
Ela adorava olhar o céu,
E o formato criado pelo vento nas nuvens...
Ela sonhava com um mundo melhor
Em que as pessoas pudessem ser felizes.
Ela escreveu um poema e o chamou: MEDO...
Ela teve um pesadelo e não conseguia pensar em outra coisa
E o seu professor lhe deu um C- pelo pessimismo
E os dias se passaram...
Ela brincava com formigas no jardim, pois, amava ficar na terra.
E ela estava bem...
E foi a casa de um amigo jogar games
Então o clima ficou estranho, e as mãos de Viorel tocaram as suas.
Ela enrubesceu, depois que seu coração saltou ela quis amor.
E um beijo aconteceu...
Ela escreveu um poema e chamou "ESTRANHO" lembou-se do beijo.
E era tudo o que pensava.
E o seu aniversario chegou, era 7 de junho e já conseguia sentir o cheiro do milho no ar
E as pessoas faziam fogueiras,
E era tudo uma grande festa.
E estava tudo bem.
E quando a noite chegou seus pais a abraçavam forte,
E segura se sentiu...
Ela tirou um A pelo poema "ESTRANHO" e ficou muito feliz.
E no crepúsculo da noite saudades sentiu.
E foi até a casa de Vaiorel
E a porta estava aberta, e ela entrou
E uma lagrima escorreu por sua face triste
E ele nem notou.
E quando o dia surgiu, tudo pareceu mudar
Entre as folhas caídas no chão, ela rolava sem parar
E sentiu-se viva.
E tudo estava bem.
Ela feliz ficou
E olhou para o céu com amor, e pensou em Deus
E correu pelas ruas, como se fosse um leão livre na selva.
E tudo permaneceu bem.
Estava viva
Estava Feliz
E o sol foi embora
Ela se sentia INFINITA.
Entrou em casa correndo, passou pela mãe que preparava o jantar
E sentada ao lado da pia ela sorria...
Enquanto sangue de seus pulsos escorria
E dois cortes ela deixava.
Lola Lua*
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Lola***
Ela queria tocar o mundo, sentir tudo...
Sonhou um dia que voava e passou semanas acreditando na possibilidade de voar.
Um dia disseram a ela que ela podia ser quem ela quisesse, logo, imaginou que era uma guerreira que lutava pelo povo indefeso, usando espadas e força.
Uma mente mutável, estava sempre se decepcionando com a vida já que tudo nunca era como ela sonhava. Chorava muito, como chorava.
Sentia a dor do mundo quando pensava. Ela sabia que era preciso existir um Deus que guardasse a alma de todos os animais indefesos, de toda criança maltratada, de toda vitima de injustiça. Ela queria poder mudar tudo, mais não podia, e por isso se deprimia.
Confiava em todos, achava a vida surpreendentemente bela, apesar de tudo era sincera.
Um dia deu em sua cabeça que os mosquitos tinham a capacidade de raciocinar, a partir dai nunca mais se atreveu a impedir que eles se alimentassem de seu sangue, pensava: - coitadinhos! eles estão morrendo de fome.
vivia tropeçando por entre as pedras no caminho, ora queria uma coisa, ora queria outra. Nada decidia.
vivia atrasada não conseguia dormir cedo muito menos acordar cedo, e quando saia na rua distraia-se com tudo. Parava para olhar o céu, tentava adivinhas os formatos das nuvens de cada manhã, quando o tempo mudava ela mudava junto. Sentia-se infinita.
imaginava que nunca, nunca, nunca um ser vivo deixava de ter consciência, sabia que mesmo depois da morte, ainda restava a essência.
Poderia alguém viver assim?
pois bem essa é uma historia que me contou um serafim.
Lola Lua***
domingo, 24 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Sonhos de um ser que não existe na realidade***
as vezes enquanto durmo sei que alguém vem me visitar e me faz transitar por mundos desconhecidos, longe de tudo, longe de meu tempo.
Ser real nem sempre quer dizer existir, o que é realidade? quem pode dizer propriamente sobre o certo e o errado?
sinto-me alheia a tudo e a todos, é como se dentro de mim existisse um universo, infinito, transcendente.
Meus olhos são espelhos que revelam meu estado de espirito, que revelam meu interior; não posso mentir meu olhar, não posso esconder minha alma.
Em um universo em que tantas coisas são possíveis, porque ainda me deparo com gente tão incrédula, tão ignorante incapaz de ver o mundo que existe dentro de todo mundo. O céu é uma passagem, um caminho delirante profundo, azul.
Sou infinito, sou intensa, mesmo que a morte venha a me alcançar cedo demais, sei que nem tudo esta perdido.
viver cada instante é viver, fazer seus desejos suas vontades, expressar seu eu.
E dentro dos sonhos vivemos o que é real, somos quem somos, nadamos entre verdades desprezadas na realidade de nossas vidas acordados.
E quando durmo me conecto com Deus, com o Universo, com tudo que esta acima de minha capacidade de compreensão, porque me faço humana e pequena na vida real que me levo a existir, por um período, por um tempo; pouco tempo.
Ser real nem sempre quer dizer existir, o que é realidade? quem pode dizer propriamente sobre o certo e o errado?
sinto-me alheia a tudo e a todos, é como se dentro de mim existisse um universo, infinito, transcendente.
Meus olhos são espelhos que revelam meu estado de espirito, que revelam meu interior; não posso mentir meu olhar, não posso esconder minha alma.
Em um universo em que tantas coisas são possíveis, porque ainda me deparo com gente tão incrédula, tão ignorante incapaz de ver o mundo que existe dentro de todo mundo. O céu é uma passagem, um caminho delirante profundo, azul.
Sou infinito, sou intensa, mesmo que a morte venha a me alcançar cedo demais, sei que nem tudo esta perdido.
viver cada instante é viver, fazer seus desejos suas vontades, expressar seu eu.
E dentro dos sonhos vivemos o que é real, somos quem somos, nadamos entre verdades desprezadas na realidade de nossas vidas acordados.
E quando durmo me conecto com Deus, com o Universo, com tudo que esta acima de minha capacidade de compreensão, porque me faço humana e pequena na vida real que me levo a existir, por um período, por um tempo; pouco tempo.
Lola Lua*
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